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Mª do Rosário Matoso (Físico-Química)
Fernando Lopes (Filosofia)
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Mª do Rosário Matoso (Físico-Química)
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Quando era pequena sonhava algum dia vir a ser professora?
Pensei sempre, desde pequena, ser professora.
Há quantos anos é professora nesta escola?
Nesta escola, há 11 anos.
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Qual foi a turma que mais a marcou durante a sua carreira? Porquê?
Acho que todas as turmas marcam e há sempre um lado positivo, mas houve um grupo que levei do 10º ao 12º (95/96, 96/97 e 97/98) e me marcou, porque tive um trabalho mais continuado. |
Qual o livro e filme de que mais gostou até ao momento? Livros há vários, mas os que mais me marcaram, talvez tenham sido “ Os Maias” e um que li mais recentemente, “As palavras que nunca te direi” de Nicholas Spark.
O primeiro filme que me marcou foi “Música no coração” e, nos últimos tempos, “Uma Mente Brilhante”.
Qual a sua comida favorita?
Não sou muito esquisita, desde que seja bem feita. Gosto de carne, peixe, não tenho nenhuma comida favorita. Gosto essencialmente de grelhados.
Dos países que já visitou, qual o que mais a fascinou? Porquê?
Viajo muito pouco, não gosto de viajar. Gosto muito mais de ler sobre outros lugares. Tenho muito receio de acidentes e detesto fazer e desfazer malas. Quando era mais jovem, fui a Paris e gostei, mas...não tenho nenhum destino de sonho.
Qual o seu passatempo favorito?
Gosto de ler, gosto muito de ir ao cinema , agora vou muito pouco, leio muito menos. Leio mais livros de Física e Química, mas são os meus passatempos favoritos. Também gosto de passear e ficar parada a olhar o mar...
Qual é o seu ídolo?
As pessoas que eu mais admiro são os meus pais. Mas a minha mãe já faleceu... Foi, de facto, a pessoa que mais me marcou. Também tenho o meu filho, que é a pessoa mais importante da minha vida.
Tem alguma filosofia de vida?
Aprendi, com o tempo, que devemos viver um dia de cada vez, intensamente, não passando por cima de ninguém. É o que temos de fazer, há muito pouco tempo aprendi que a vida não deve ser pensada a longo prazo.
Uma mensagem para os leitores do Sinal .
Lutem pelos vossos sonhos, nunca desistam.... |
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| Fernando Lopes (Filosofia) |
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Quando era pequeno, sonhava algum dia vir a ser professor?
Nunca. Quando era pequeno, pensava ser outra coisa. Sonhava ser astronauta.
Há quantos anos é professor nesta escola?
Desde 1996.
Qual foi a turma que mais o marcou durante a sua carreira? Porquê?
Uma foi no Fundão, outra no D. Maria, em Coimbra, e outra num dos cursos nocturnos, em Beja. As razões prendem-se com o interesse. As turmas eram empenhadas, interessadas e criaram-se relações de empatia. Ainda hoje, existe uma ligação professor/aluno.
Qual o livro e o filme de que mais gostou até ao momento? Quanto aos livros, não há o eleito, mas os eleitos. Alguns são da minha área vocacional, onde encontrei livros interessantíssimos. Outros são de autores portugueses e outros ainda , que achei interessantes, são os de Pittigrili, de Eça de Queirós, Teixeira de Pascoais e até de Marguerite Yourcenar e de Umberto Eco.
Quanto a filmes, tenho filmes paradigmáticos, entre eles “Casablanca”, “Apocalipse Now”, “Alta Ansiedade” e “Voando sobre um ninho de cucos”. |
Qual a sua comida favorita?
Não tenho. Gosto de comer tudo o que penso que seja saboroso e que me atraia. Bom aspecto, bom aroma, bem confeccionado.
Dos países que já visitou, qual o que o mais fascinou? Porquê?
De todos, o que mais me fascinou foi talvez Marrocos, porque é entrar num mundo onde todos os dias nos sentimos estranhos e é interessante essa relação entre o Eu e o estranho, o Eu e o diferente.
Qual o seu passatempo favorito?
Eu não tenho um passatempo assim favorito, tenho alguns. Um deles é a paixão pelos selos, a filatelia. Um outro espaço tem a ver com a prática do voleibol, que comecei a desenvolver aos 14 anos. Depois ler, escrever, conviver com as pessoas, isso é o principal.
Qual o seu ídolo?
Não tenho ídolos personificados. Se tivesse de eleger um ídolo, esse seria, numa perspectiva ecológica, a Terra. Porquê esta imagem? Porque considero que este elemento é aquele pelo qual nos devemos empenhar, que devemos respeitar, salvar... Devemos agir para o preservar. É que, destruindo o ídolo, destruimo-nos a nós próprios. Preservar um ídolo é ainda criar esperança em nós para algum sentido que possamos encontrar nesta vida.
Tem alguma filosofia de vida? Qual?
Viver a vida intensamente, de forma empenhada e comprometida. O estarmos neste mundo implica que tudo o que fazemos deva ser feito com o máximo de dignidade e empenho. Só assim se pode sentir a vida. Só desta forma, em que assumo a responsabilidade, posso dar significado ao que é a vida. A vida é o meu compromisso para comigo e para com os outros.
Uma mensagem para os leitores do Sinal.
Vivam a vida com o máximo de alegria, empenhem-se nas vossas acções. Procurem, sempre que possível, ser críticos desassossegados e insatisfeitos, pois desta forma será possível encontrar o que procuram. |
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Ana Madalena Rangel 9ºC
Laura Romão 9ºC
Isabel Resende 9ºC
Miguel Campos 8ºA
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